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06 fevereiro 2012

LIÇÃO 07 - TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE / II - PROSPERIDADE NA HUMILDADE

[1] “1. O exemplo de Paulo. Ao demonstrar contentamento, independentemente das circunstancias, Paulo não manifesta orgulho. Na realidade, o apóstolo demonstra que a sua felicidade era o resultado de sua total dependência de Deus. Infelizmente, a declaração do “tudo posso” transformou-se, para muitos, em uma chave mágica para conquistar tudo que se desejam, a fim de se sentirem pequenos deuses. O texto de Filipenses contrapõe-se a esse comportamento (Fp 2.4). Não podemos concordar com uma prosperidade que fomenta a soberba. A declaração paulina, longe de engrandecer-nos, deve esvaziar-nos de tudo, para que tenhamos a verdadeira riqueza: a suficiência divina!”

[1] “2. O exemplo de Cristo. O maior exemplo de humildade, para o apóstolo, não era ele, mas Cristo Jesus que, mesmo sendo Deus, fez-se homem, assumindo a forma de servo (Fp 2.5-7). A encarnação, ao invés de lhe diminuir a divindade, acrescentou-lhe a humanidade. Ele não perdeu os atributos divinos, mas se esvaziou de sua glória, para que, com Ele, fossemos glorificados (Jo 17.5). Caia por terra toda ostentação. Pois o filho de Deus, embora rico e dono de todo universo, fez-se pobre por amor a nós (Fp 2.6; 2 Co8.9).”




[1] Revista Lições Bíblicas. A verdadeira prosperidade, a vida cristã abundante. Lição 07 – Tudo posso naquele que me fortalece. II – Prosperidade na humildade. 1. O exemplo de Paulo. 2. O exemplo de Cristo. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 1° Trimestre de 2012.

LIÇÃO 07 - TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE / III - PROSPERIDADE NA CARIDADE E NA UNIDADE / CONCLUSÃO

[1] “1. Amor e caridade. Em Filipenses 1.9, Paulo destaca o caráter dos irmãos de Filipos que, sensibilizados com a sua situação, resolveram ajudá-lo generosamente (Fp 4.15). O modelo de prosperidade ensinado por Paulo nada tem com o adotado hoje. Atualmente, prosperidade significa, entre outras coisas, independência de Deus. No entanto, Paulo demonstra que o crente, seja rico, seja pobre, sempre dependerá do Senhor, porque sem Ele nada podemos fazer. Toda suficiência vem do Pai Celeste. Você sabia disso?”

[1] “2. Provisão e gratidão. É interessante analisarmos o “tudo posso” de Paulo em Filipenses 4.13 á luz do que ele disse no versículo 11. Conforme lemos, o apóstolo revela ter aprendido a estar contente quer na necessidade, quer na abundância. Ele demonstra, assim, que toda a nossa suficiência acha-se em Deus e não em nós mesmos. Por isso, ao invés de lamentar-se, recebe a oferta que os filipenses lhe enviaram como um “sacrifício agradável e aprazível a Deus” (Fp 4.18). Paulo sabia que o Senhor amparava-o através dos crentes de Filipos. E nem por isso ele se sentia menos próspero.”


[1] “3. A comunhão e a sã doutrina. Um ensinamento que se sobressai na Epístola aos Filipenses é que a real felicidade fundamenta-se tanto em nosso relacionamento com Deus quanto com o próximo (Fp 2.1-6; 4.2). Logo, a prosperidade genuinamente bíblica consolida-se na unidade e na comunhão do Espírito Santo.
Por outro lado, o apóstolo alerta-nos quanto aos maus obreiros (Fp 3.2). Uma igreja biblicamente prospera não somente mantém-se coesa internamente, mas também se guarda das instruções externas. As heresias e modismos estão enfermando igrejas e desviando muitos crentes da verdade. Lembremo-nos de que a prosperidade bíblica é decorrente da sã doutrina.”


[1] “Conclusão. Por conseguinte, o “tudo posso” do apóstolo Paulo revela nossa total e completa dependência de Deus. Sendo um homem dependente de Deus, o apóstolo não moldava a sua vida pelas circunstâncias. Cristo era o centro de sua existência. O mesmo Deus que o fortalecia na abundância, também o sustentava na escassez. Dessa forma, afirmemos com segurança e ousadia: “Tudo posso naquele que me fortalece!” Amém.”


[1] Revista Lições Bíblicas. A verdadeira prosperidade, a vida cristã abundante. Lição 07 – Tudo posso naquele que me fortalece. II Prosperidade na caridade e na unidade. 1. Amor e caridade. 2. Provisão e gratidão. 3. A comunhão e a sã doutrina. Conclusão. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 1° Trimestre de 2012.