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11 maio 2012

LIÇÃO 7 - SARDES, A IGREJA MORTA / II- A INDENTIFICAÇÃO DO MISSIVISTA

[1]        “A igreja em Sardes apresenta-se Jesus como aquele que tem os sete Espíritos de Deus. Dessa forma, o Senhor realça a ação plena do Espírito Santo na Igreja de Cristo. Somente o Consolador pode vivificar uma igreja morta. Lembra-se do vale de ossos secos visto por Ezequiel? Se buscarmos a Deus, o Senhor Jesus assoprará sobre nós o seu espírito. Cada osso como o seu osso se ajustará; os nervos e tendões aparecerão e as carnes vestirão todos os esqueletos, prontificando-os como o poderoso exército de Jeová (Ez 37).

1. O que tem os sete Espíritos de Deus (Ap 3.1). Era urgente que Sardes soubesse: sem o Espírito Santo, a vida é impossível. Foi ele quem transmitiu movimento e beleza a uma terra sem forma e vazia (Gn 1.1,2). No ventre da virgem de Nazaré, concebeu o filho de Deus (Lc 1.35). E no pentecostes, derramou-se sobre os discípulos (At 2.1-4). Sem o Espírito Santo, não há regeneração, pois o novo nascimento é operado por Ele (Jo 3.5). Se Sardes estava morta, carecia com urgência do espírito da vida (Rm 8.2).” 

[1]        2. Os sete Espíritos de Deus. “Existe apenas um único Espírito Santo (Ef 4.4). Sua ação, todavia, é tão perfeita e eficaz, que Isaías setuplamente o descrever: “E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, e o Espírito de sabedoria e de inteligência, e o Espírito de conselho e de fortaleza, e o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Is 11.2). Através da sétupla ação do Espírito Santo, o Senhor Jesus traz novamente vida as igrejas que, á semelhança de Sardes deixaram-se esvaziar de Deus.”

[1]        3. As sete estrelas. “Apresente-se Jesus, também, como o soberano da igreja. Tanto local, quanto universalmente, Ele é a cabeça da igreja, pois resgatou-a com o seu precioso sangue (Ef 5.23; 1 Pe 1.17-19). Eis porque os pastores, no apocalipse, são representados como as estrelas que se acham na destra do Cordeiro (Ap 1.20; 3.1). Portanto, se alguém quer brilhar, que brilhe nas mãos do Senhor como luz do mundo que jaz no maligno.”


[1]        Revista Lições Bíblicas. AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE, a mensagem final de Cristo à Igreja. Lição 7 – Sades, a Igreja morta. II A identificação do missivista. 1. O que tem os sete Espíritos de Deus (Ap 3.1). 2. Os sete Espíritos de Deus. 3. As sete Estrelas. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2012.

LIÇÃO 7 - SARDES, A IGREJA MORTA / III- A DOENÇA E A MORTE DE UMA IGREJA / CONCLUSÃO

[1]        “Aos olhos das demais igrejas, Sardes exibia-se bela e viva. Mas aos olhos de Cristo, não passava de um defunto bem produzido. Aliás, sua certidão de óbito já estava lavrada com a explicitação da causa mortis.

            1. Perda de memória. “A primeira doença a atingir a igreja em Sardes foi a perda de sua memória espiritual. Embora vivesse do passado, já não conseguia lembrar-se do que recebera de Deus. A exortação do Senhor é urgente: “Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te” (Ap 3.3).

A situação de Sardes era mais grave do que a de Éfeso. Esta igreja ainda podia lembrar-se do primeiro amor e voltar ao local onde caíra. Mas aquela, posto já esta morta, carecia de uma ressurreição; um grande e poderoso reavivamento. O Senhor Jesus, porém, tanto nos restaura a memória espiritual, como nos faz ressurgir dentre os mortos (Ef 5.14).”

[1]        2. Desleixo. “Esta foi a segunda doença de Sardes: desleixo. Embora não sejamos perfeitos, nossas obras têm de primar pela excelência. A igreja em Sardes, todavia, desprezando o padrão divino, fizera-se tão relapsa, que o Senhor já não a suportava: “Não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Ap 3.2).

No âmbito do Reino de Deus, a perfeição é o padrão mínimo aceitável, conforme recomenda o apóstolo: “se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar haja dedicação ao ensino; ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberdade; o que exercita misericórdia, com alegria” (Rm 12.7.8). A perfeição na Igreja de Cristo só é possível se amarmos o Cristo da Igreja. 

De que forma tratamos a Obra de Deus? Lembremo-nos da advertência de Jeremias: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor fraudulentamente”.”


[1]        3. Descanso para com o remanescente fiel. “No necrotério de Sardes, havia alguns crentes que ainda respiravam. E o Senhor estava preocupado com eles: “Sê vigilantes e confirma o restante que estava para morrer, porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Ap 3.2). Jesus queria preservar a vida daqueles poucos homens e mulheres que não haviam contraído as moléstias deste século: orgulho, rebelião, adultério, fornicação, heresias, roubo, cobiça, calunias.

É hora de confirmar os que ainda respiram. Confirmemo-los através da Palavra de Deus, da oração, da comunhão dos santos e do serviço evangelístico e missionário. Quanto aos que já morreram, que ouçam a voz de nosso Senhor Jesus Cristo: “Desperta, ó tu que dormes, e levanta –te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá” (Ef 5.14).” 


[1]        CONCLUSÃO. Se o anjo da igreja em Sardes não cumprisse os seus deveres, teria o nome riscado do livro da vida: “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante de seus anjos” (Ap 3.5). Sabe o que isso significa? Separação eterna de Deus. Sim, desempenhar o ministério cristão de forma relapsa e profana pode levar o obreiro a comprometer a própria salvação. Muito cuidado!

          Finalmente, irmãos, a igreja de Cristo é lugar de vivos. Nosso Deus não é Deus de mortos (Mc 12.27).”


[1]        Revista Lições Bíblicas. AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE, a mensagem final de Cristo à Igreja. Lição 7 – Sades, a Igreja morta. III A doença e a morte de uma igreja. 1. Perda de memória. 2. Desleixo. 3. Descanso para com o remanescente fiel. Conclusão. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2012.