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18 junho 2012

LIÇÃO 13 – A FORMOSA JERUSALÉM / II – AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM


[1]        “1. É um lugar real.  Ela foi descrita rica e detalhadamente por João. Leia o capítulo 21 do Apocalipse. Se cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, não teremos dificuldades para aceitar a realidade de nossa morada eterna.”

[1]        “2. Arquitetura.  A Nova Jerusalém foi ideada e construída pelo próprio Deus (Hb 11.10). Se o mundo natural já é belo e cheio de deslumbres, o que não diremos do sobrenatural? Você anseia pela cidade edificada por Deus?”

[1]        “3. Formato.  Deus construiu a Nova Jerusalém como um cubo perfeito, segundo João no-la descreve: “E a cidade estava situada em quadrado; e o seu cumprimento era tanto com a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais” (Ap 21.16).

De conformidade com as medidas atuais, a cidade mede dois mil e duzentos quilômetros de comprimento, tendo iguais largura e altura. Seu espaço é mais do que suficiente para abrigar os santos e justos de todas as eras.”
[1]        “4. Materiais.  Iluminada pela glória de Deus, sua luz tem a resplandecência do jaspe. Além disso, ela é feita de ouro puro e, como fundamento, possui doze pedras preciosas.

Ela não precisa de templo, porque o seu santuário é o Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro (Ap 21.22). Também não carece de sol nem de lua, porque o Filho de Deus é a sua lâmpada (Ap 21.23). E como ali não haverá noite, suas portas jamais se fecharão. Aleluia!”


[1]        Revista Lições Bíblicas. AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE, a mensagem final de Cristo à Igreja. Lição 13 – A formosa Jerusalém. II – As características da Nova Jerusalém. 1. É um lugar real. 2. Arquitetura. 3. Formato. 4. Materiais. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2012.

LIÇÃO 13 – A FORMOSA JERUSALÉM / III – O PERFEITO ESTADO ETERNO / CONCLUSÃO

[1]        “1. Um governo perfeito. O governante é o próprio Deus na pessoa de seu amado Filho. Tudo será administrado com perfeição máxima.”

[1]        “2. Habitantes perfeitos. Os redimidos de todas as eras lá estarão. Ali, os patriarcas, profetas e apóstolos receberão elevadas distinções (Lc 13.28; Ap 21.14). As tribos de Israel serão igualmente honradas (Ap 21.12).

Entre os habitantes da Nova Jerusalém, estarão também as nações (Ap 21.24). Isso significa que a cidade não será afetada pelo enfado, nem pela monotonia. Ela será espiritual e intelectualmente estimulante.”

[1]        “3. Conhecimento perfeito. Na Jerusalém Celeste, teremos a eternidade para adorar a Deus e explorar-lhe o infinito conhecimento. Já imaginou um estudo teológico de milhões de anos? Sim, lá seremos teólogos perfeitos. Hoje, conhecemos a Deus apenas em parte (1 Co 13.12). Mas ali, na Nova Jerusalém, a eternidade não será suficiente para conhecermos o Pai (Rm 11.33). Aleluia!”

[1]        “4. Comunhão perfeita. Na Jerusalém Celeste, conheceremos os patriarcas, profetas e apóstolos. E não deixaremos de reconhecer nosso irmãos, amigos e parentes que morreram na esperança da vida eterna.

O rico não  reconheceu a Lázaro no paraíso? (Lc 16.23) E o Senhor transfigurado? Não foi igualmente reconhecido pelos discípulos? (Mt 17.1-4). O apóstolo Paulo, por sua vez, exorta-nos a não nos mostrarmos ignorantes com respeito aos que dormem, porque um dia os veremos (1 Ts 4.13-18). É por isso que todas as nossas lágrimas serão enxugadas na Cidade de Deus (Ap 21.4).”

[1]        “5. Amor perfeito. Nossa comunhão será perfeita, porque o nosso amor também será perfeito. Escreve Paulo: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor” (1 Co 13.13). Lá, não precisaremos de fé, porque estaremos frente à frente com o Pai Celeste (1 Jo 3.2). Também não precisaremos de esperança, porque comungaremos para sempre com o tão esperado Jesus. Mas, quanto ao amor, o que podemos dizer? A eternidade não será o bastante par declararmos ao Noivo o quanto o amamos.”


[1]        “Conclusão. A primeira grande tragédia da história foi a expulsão de Adão e Eva do Jardim que o Senhor plantara no Éden (Gn 3.23,24). Desde então, vem o homem no encalço do paraíso perdido.

Em Cristo, porém, Deus preparou-nos um lugar infinitamente melhor. Um lugar almejado por reis e patriarcas. Sim, Ele preparou-nos a Nova Jerusalém. Não quer você também morar na formosa cidade? É só receber o Senhor como o seu salvador pessoal. Amém!”


[1]        Revista Lições Bíblicas. AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE, a mensagem final de Cristo à Igreja. Lição 13 – A formosa Jerusalém. III – O perfeito Estado eterno. 1. Um governo perfeito. 2. Habitantes perfeitos. 3. Conhecimento perfeito. 4. Comunhão perfeita. 5. Amor perfeito. Conclusão. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 2° Trimestre de 2012.