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Para a mulher que o
Senhor chamou de bem-aventurada
"Seus filhos se levantam e a chamam
bem-aventurada;
seu marido também a elogia."
Há palavras que a língua humana tenta pronunciar, mas que só o coração consegue sentir em toda a sua profundidade. Mãe é uma delas. Não é apenas um título — é um chamado, uma missão, uma das mais sagradas obras que Deus confiou às mãos de uma mulher.
Muito antes de qualquer homenagem humana existir, foi a própria voz de Deus que, através das Escrituras Sagradas, reconheceu o valor inestimável de uma mãe. Em Provérbios 31, a Palavra descreve uma mulher cujos filhos se levantam — ou seja, pausam tudo o que fazem, interrompem o corre-corre da vida — apenas para proclamar que ela é bem-aventurada.
Ser chamada de bem-aventurada não é apenas receber um elogio — é receber a confirmação de que a sua vida tocou a eternidade.
A palavra hebraica usada nesse versículo é "asher" — que carrega o sentido de felicidade plena, bênção divina e vida que transborda propósito. Não é a felicidade passageira das circunstâncias, mas aquela que nasce de uma vida vivida com fé, entrega e amor genuíno.
Toda mãe que acorda cedo para cuidar, que ora de joelhos pela família, que suporta com paciência e ama com ternura — ela já está inscrita nessas palavras. Ela já é bem-aventurada.
Que não falha, não desiste e não impõe condições.
Que sustenta a família nos momentos mais difíceis.
Que carrega sem reclamar e sorri mesmo na tempestade.
Neste Dia das Mães, que cada mãe saiba que o seu trabalho não passa despercebido aos olhos do Senhor. Que os braços cansados sejam renovados pela força que vem do Alto. Que o coração fiel seja recompensado com alegria e paz.
Deus a vê. Deus a honra. E os seus filhos, hoje e sempre, se levantam para chamá-la bem-aventurada.
"A graça é enganosa e a beleza é passageira,
mas a mulher que teme ao Senhor será louvada."
— Provérbios 31:30

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